O vice-presidente da Ongoing, José Eduardo Moniz, confirmou hoje que foi
convidado para um programa semanal "dedicado à análise da actualidade"
na RTP mas recusou o convite devido à sua carregada agenda profissional.
Em nota enviada às redacções, o
quadro da Ongoing diz que foi convidado pelo director de informação da
estação, Nuno Santos, tendo concluído - após uma "avaliação da
disponibilidade para responder positivamente" - que seria "impossível"
assumir compromissos "que acolhessem uma presença regular no ecrã". "A
minha actividade profissional presente obriga-me a frequentes
deslocações ao estrangeiro, cada vez mais prolongadas, pelo que se
tornaria difícil assegurar a regularidade pretendida, o que contraria
qualquer espírito de estabilidade na oferta de conteúdos", realçou o
responsável.
O Diário de Notícias noticiou na sexta-feira que José Eduardo Moniz iria ter um programa de análise de actualidade na estação pública, após um afastamento de 17 anos da estação pública, apenas interrompido nas últimas eleições legislativas, em Junho, onde comentou o desfecho do sufrágio eleitoral. José Eduardo Moniz realça que foi "surpreendido" no estrangeiro por notícias referentes à oposição da Comissão de trabalhadores sobre a entrada do profissional na estação pública.
"Se tivesse decidido aceitar o convite, e como os que me conhecem bem sabem, não seria a opinião de quem a compõe que me demoveria quanto aos meus propósitos. Orgulho-me dos meus antecedentes profissionais e tenho noção da importância do trabalho que efectuei na RTP, que levaram várias administrações, nomeadas por governos de cores diferentes, mesmo estando eu ao serviço da TVI, a tentar que eu a ela regressasse", disse.
"Como se processam as relações entre a Administração da RTP e o seu diretor de informação é matéria que desconheço e não me diz respeito, mas muito estranharia se, porventura, não existindo a minha indisponibilidade, o projeto fosse afetado, atendendo às competências consagradas a cada um dos órgãos e às respetivas autonomias de ação", considerou ainda. Contactado pela Lusa, o director de informação da RTP, Nuno Santos, confirmou a sondagem ao quadro da Ongoing e, escusando-se a comentar detalhes sobre o processo, ressalvou que "as questões de natureza editorial" da RTP são da sua "exclusiva responsabilidade", tal como está estabelecido.
O Diário de Notícias noticiou na sexta-feira que José Eduardo Moniz iria ter um programa de análise de actualidade na estação pública, após um afastamento de 17 anos da estação pública, apenas interrompido nas últimas eleições legislativas, em Junho, onde comentou o desfecho do sufrágio eleitoral. José Eduardo Moniz realça que foi "surpreendido" no estrangeiro por notícias referentes à oposição da Comissão de trabalhadores sobre a entrada do profissional na estação pública.
"Se tivesse decidido aceitar o convite, e como os que me conhecem bem sabem, não seria a opinião de quem a compõe que me demoveria quanto aos meus propósitos. Orgulho-me dos meus antecedentes profissionais e tenho noção da importância do trabalho que efectuei na RTP, que levaram várias administrações, nomeadas por governos de cores diferentes, mesmo estando eu ao serviço da TVI, a tentar que eu a ela regressasse", disse.
"Como se processam as relações entre a Administração da RTP e o seu diretor de informação é matéria que desconheço e não me diz respeito, mas muito estranharia se, porventura, não existindo a minha indisponibilidade, o projeto fosse afetado, atendendo às competências consagradas a cada um dos órgãos e às respetivas autonomias de ação", considerou ainda. Contactado pela Lusa, o director de informação da RTP, Nuno Santos, confirmou a sondagem ao quadro da Ongoing e, escusando-se a comentar detalhes sobre o processo, ressalvou que "as questões de natureza editorial" da RTP são da sua "exclusiva responsabilidade", tal como está estabelecido.
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